quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Do que recebi pelo correio :-)


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Muito obrigada MR, PNL, RL e S.!
Gostei mesmo MUITO!
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E, não veio pelo correio, mas aqui fica uma fotografia do meu gato:

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Um pintor esquecido

José Campas, Intimidade (1934, Museu José Malhoa)
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Justa ou injustamente esquecido, José Campas (1888-1971) teve bastante fama no seu tempo. Em  Dezembro de 1924, realizou uma exposição que foi referida na revista Alma Nova como uma «das melhores exposições que se tem realizado nas salas da Sociedade Nacional de Belas-Artes». É difícil avaliar a qualidade da obra dele pelo que vejo no Matriznet e presumo que o melhor deve estar em colecções particulares. Cite-se, a título de exemplo, a pintura que a Alma Nova reproduziu nesse ano de 1924, figurando Bruges:

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Greenery

Foi a esta a cor do ano de 2017, de acordo com a Pantone.
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Vincent Van Gogh, Green Wheat Fields (1890)
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Mary Cassatt, Sarah in a Green Bonnet (1901)
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Jarra (1890-1910, Palácio Nacional da Ajuda)
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Do Tempo e da Realidade ou da Ilusão

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«From the moment we enter this life we are in the flow of it. We measure it and we mark it, but we cannot defy it. We cannot even speed it up or slow it down. Or can we? Have we not each experienced the sensation that a beautiful moment seemed to pass to quickly, and wished that we could make it linger? Or felt time slow on a dull day, and wished that we could speed things up a bit?»
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O Ilusionista (2006).

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Música & Arte

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«(...) Toutes les activités humaines tendent à célébrer la beauté ineffable qui règne dans l'univers, tous les arts s'ordonnent à l'harmonie supérieure á lequelle if faut donner le nom de "musique": le premier degré en réside dans la raison, le second dans l'imagination, puis viennent le discours, le chant, et aprés eux, le jeu des instruments, et enfin, les mouvements de la danse rtyhmique; Cette musique que l'ont voit ainsi s'emparer progressivement du corps humain, tous les créateurs s'en inpirent dans leurs oeuvres, orateurs, poètes, peintres, sculpteurs, architects. Sous cette forme générale mais séduissante par son universalité même, s'esquissait une psychologie inédite de l'activité spirituelle en fonction de la beauté».
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André Chastel, Art et Humanisme à Florence au Temps de Laurent le Magnifique, Paris, Presses Universitaires de France, 1982 (1.ª ed. 1959), p. 189.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Dia de São Nicolau

S. Nicolau (Séc. XIV, Museu Nacional Machado de Castro)
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Oração a S. Nicolau (1500, MNAA)
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Manuel Correia, São Nicolau (Séc. XVII, Museu Grão Vasco)
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S. Nicolau (Séc. XIX, Museu Grão Vasco)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Os Ursos I

Retomando um tema de que já falei em 3 de Dezembro de 2015.
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«Pollar bears actually give the Arctic its name. Arktos is Greek for bear.»
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Dan Brown, Deception Point, Pocket Books, p. 204.
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Alfred Kubin, Eisbär (1902)
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François Pompon, De ijsbeer (1920)
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Henryk Weyssenhoff, Les oursons jouant devant la maison (1921)
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Azul Turquesa

Hipopótamo (Egipto, c. 1961-1878 a.C., The Met)
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Mukhula (Sécs. VIII-IX, The Met)
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Anel (Séc. XVIII, Hallwyl Museum, Estocolmo)
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Zinaida Serebriakova, Katya in blue dress by christmas tree (1922)
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Eyvind Earle Turquoise (1983)
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Mark Rothko, Blue Divided by Blue (1966)
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E porque é dia da bolacha:

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Afinidades XV

Maria de Lourdes de Mello e Castro, A Vendedeira de Laranjas (1929, Museu José Malhoa)
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Fernanda de Mattos e Silva de Almeida, Três dez Tostões

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dia do Planeta Vermelho :-)

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Sebald Beham, Mars (1539)
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E porque tenho esperança que haja vida inteligente noutros planetas, ou mesmo marcianos como sugeria Stephen Lawhead, no livro Dream Thief:
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Arte Conceptual


Maria Gabriel, Contém Estados de Espírito (I e II) (1977, MNAC)
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«In conceptual art the idea or concept is the most important aspect of the work. When an artist uses a conceptual form of art, it means that all of the planning and decisions are made beforehand and the execution is a perfunctory affair.»
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LeWitt, ‘Paragraphs on Conceptual Art’, Artforum Vol.5, no. 10, Summer 1967, pp. 79-83.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Amanhã

Aula feminina no atelier da R .D. Pedro V, Ilustração Portuguesa, 20 de Maio, 1912.
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Irei fazer uma conferência sobre o Atelier-Escola da Rua D. Pedro V, criado por Roque Gameiro, em Novembro de 1911. Será às 15:00, na Casa Roque Gameiro, na Amadora.
Para saber mais: http://bit.ly/2yug2vM

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Sequência de Fibonacci

Petra Paffenholz, Fibonacci Cubes (2014)
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Os primeiros números da sequência (exceptuando o 0) são 1, 1, 2, 3, ...
É essa a razão pela qual hoje é o dia de Fibonacci (23 de Novembro, i.é, 23/11)
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Na página do site Calendarr, diz-se:

«A sequência de Fibonocci é uma sucessão de números inteiros infinita que na qual cada termo subsequente corresponde à soma dos dois anteriores. Os números de Fibonacci são assim: 0,1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584, 4181…
Ao se dividir qualquer número desta sequência pelo anterior, extrai-se a razão que é uma constante transcendental chamada de número de ouro. Esta proporção é muito usada na arte, arquitetura e design, por ser agradável ao olho.
Ao transformar estes números em quadrados e ao dispô-los de forma geométrica, consegue-se traçar uma espiral perfeita, que também é visível em variados organismos vivos.
Esta sucessão já era conhecida na antiguidade, mas foi Fibonacci que a explicou e divulgou na Europa, chamando a atenção para a sua importância no desenvolvimento da ciência.
O Dia Fibonacci comemora esta sequência e o homem que a descreveu em 1202, Leonardo Fibonacci, também conhecido como Leonardo de Pisa.
O matemático italiano teve ainda um papel relevante na introdução dos algarismos arábicos na Europa, sendo considerado o matemático ocidental mais talentoso da Idade Média.
Para celebrar o dia pode investigar sobre esta espantosa sequência e tentar descobrir onde ela se encontra à sua volta.»

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Para o Dia da Música

John Falter, Jam Session (1954)
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E aqui ficam duas canções das minhas bandas preferidas do momento: Coldplay Imagine Dragons:
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terça-feira, 21 de novembro de 2017

1970

Para a Sandra
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Robert Smithson, Spiral jetty (1970, Repetto Gallery)
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“You have the freedom to be yourself, your true self, here and now, and nothing can stand in your way".”
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(...)
Sail on silver girl
Sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way
See how they shine
Oh, if you need a friend
I'm sailing right behind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind.
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Simon & Garfunkel, Bridge over Troubled Water.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Do Momento

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«Nicole: You know how everyone's always saying seize the moment? I don't know, I'm kinda thinking it's the other way around. You know, like the moment seizes us. 
Mason: Yeah. Yeah, I know. It's constant - the moment. It's just... It's like it's always right now, you know?»
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Boyhood (2014).
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Não foi o filme que mais gostei de Linklater, mas gostei dos diálogos e dos cenários, nomeadamente destas paisagens naturais norte-americanas (que sempre me fascinaram) e a visita ao Cockrell Butterfly Center. Cf. Locations Hub.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

E do paladar

Jill Barklem
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“Pour réaliser le beau, le peintre emploie la gamme des couleurs, le musicien celle des sons, le cuisinier celle des saveurs, et il est très remarquable qu'il existe sept couleurs, sept sons, sept saveurs.”
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Lucien Tendret, La Table au pays de Brillat-Savarin, p. 11. O livro está disponível online no site Gallica, da BNF.
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Para ilustrar este sentido, trago aqui algumas ilustrações "deliciosas" de Jill Barklem, infelizmente falecida no passado dia 15. As imagens vêm da página no Facebook de Terri Windling:

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Do olfacto

John Shaw, Caixinha de Cheiros (1812-1813, Palácio Nacional da Ajuda)
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“Smell is a potent wizard that transports you across thousands of miles and all the years you have lived. The odors of fruits waft me to my southern home, to my childhood frolics in the peach orchard. Other odors, instantaneous and fleeting, cause my heart to dilate joyously or contract with remembered grief. Even as I think of smells, my nose is full of scents that start awake sweet memories of summers gone and ripening fields far away.”
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Do sentido do tacto

Henry Moore, Hands II (1973, Tate Britain, London)
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"The mind's first step to self-awareness must be through the body."
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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ouvir melhor

Berthe Morisot, Julie Listening (1888)
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«I like to listen. I have learned a great deal from listening carefully. Most people never listen.»
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Para ver melhor

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“The world is full of magic things, patiently waiting for our senses to grow sharper.”
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Fernando Calhau, S/Título #504  (1989, CAM)
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Segundo o site do CAM, relativamente à primeira fotografia, de Fernando Calhau: «Na época em que trabalhou estas pinturas e fotografias estava a ler a Ode à Noite de Fernando Pessoa, onde a noite é extensão de mistério e misticismo.» Fica aqui um excerto:

Vem, Noite antiquíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio. Noite
Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito.

Vem, vagamente,
Vem, levemente,
Vem sozinha, solene, com as mãos caídas
Ao teu lado, vem
E traz os montes longínquos para o pé das árvores próximas.
Funde num campo teu todos os campos que vejo,
Faze da montanha um bloco só do teu corpo,
Apaga-lhe todas as diferenças que de longe vejo.
Todas as estradas que a sobem,
Todas as várias árvores que a fazem verde-escuro ao longe.
Todas as casas brancas e com fumo entre as árvores,
E deixa só uma luz e outra luz e mais outra,
Na distância imprecisa e vagamente perturbadora.
Na distância subitamente impossível de percorrer.
(...)
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Álvaro de Campos.